segunda-feira, 19 de setembro de 2011

É hora de começar

Mais dia, menos dia eu teria que começar esse blog. É algo que me cobro há algum tempo. 
Para encurtar a história, vai um breve resumo:
Meu nome é Gustavo, tenho 32 anos, sou casado e tenho dois filhos. Até aí, vocês devem pensar: "Mas que mala, e eu lá quero saber da vida dos outros?" Acontece que nesse caso - não sou melhor que ninguém e nem pretendo - me acompanha há bons 30 e tantos anos um tal de TDAH, com foco na desatenção e com pitadinhas de hiperatividade. Tragicômico. Pra quem não sabe o que é isso, o que duvido pois em todos os cantos há um, é aquela pessoa que é desatenta, hiperativa ou impulsiva; ou tudo isso junto! Às vezes somos chamados de sem-noção, cabeça-de-vento ou até mesmo de "muito-doido".
 - Fulano? Qual? Aquele muito-doido?
 - É, lembra?
E por aí vai. Passamos constrangimentos sem nem notar. Esquecemos de dar os parabéns aos próprios pais, filhos e até aos amores de nossas vidas. Fechamos negócios com o mais pilantra dos homens e depois esquecemos de tudo isso como se fosse um sonho mal lembrado. 

Já fui chamado de insensível, sem alma, homen das cavernas e sabe-se lá mais o que! Não concordo. Gosto mais de Louis Armstrong do que Tony Bennett, também prefiro Dalí ao invés de Banksy e de Stanley Kubrick no lugar de Woody Allen. Viu? Mas e daí? Isso não adianta para a maioria das pessoas.
Mas o que realmente importa? Pra vocês, sinceramente não sei, mas eu quero separar o trágico do cômico. E de preferência mandar pra bem longe. Conto com vocês.

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